Foto: José Tramontin/athletico.com.br

No mês passado, mais especificamente no dia 05 de agosto, o STJD julgou o recurso do Cascavel Clube Recreativo, diante a suspensão de 720 dias imposta pelo TJD-PR ao clube, por falsificação de testes de Covid-19 na partida contra o Athletico Paranaense, realizada em maio.

O STJD acatou a decisão do TJD-PR e rejeitou todos os embagos do Cascavel CR, ou seja, o time continua suspenso de competições oficiais e terá de pagar a multa de R$ 200 mil. A decisão foi tomada por unanimidade de votos. Anthony Perekles de Almeida também teve embargo recusado, e a pena segue em 720 dias, com multa de R$ 100 mil. Os outros dirigentes envolvidos no caso tiveram a mesma penalidade de Perekles. Lapa, Castro e Gabriel Oliveira, seguem com a suspensão de 6 partidas à cumprir. O único embargo acolhido foi o de Paulo Cesar Cardoso, que foi novamente julgado pelo TJD-PR e absolvido da pena que teria de cumprir.

As instâncias desportivas para o clube recorrer foram esgotadas. Segundo o advogado de defesa do Cascavel CR, Nixon Fiori, o Presidente do clube ainda não decidiu se irá a justiça comum para tentar novamente a redução da pena. Em julho, Tony di Almeida concedeu entrevista ao De Prima, e afirmou que desejava voltar a disputar competições em 2022, e que acreditava em uma redução de pena:

“Queremos e vamos voltar, nosso desejo é de ano que vem disputar a 2ª divisão” afirma Tony di Almeida, presidente do Cascavel CR