DEU LIGA! Resumo da 13ª Rodada da LNF 2022

O único paranaense a sorrir nessa rodada
O único paranaense a sorrir nessa rodada. Foto: Sérgio Novelli (Site LNF)

Olá amigos do De Prima, tudo certo? Final de semana rolou mais uma rodada da Liga Nacional e foi bem amarga para (quase) todos os times paranaenses, afinal só tivemos uma vitória dos sete jogos em que estiveram envolvidas as equipes do estado.

Já na quarta-feira o desafio era surreal e dificílimo e obviamente se comprovou dentro de quadra. Um passeio do líder Magnus frente ao Marechal, aquele placar indigesto, o famosíssimo 7 a 1 rolou pelos lados de Sorocaba, a fase segue sombria em Rondon…

Quem também segue sendo pauta pela má fase aqui no nosso resumão é o Marreco que dentro de casa viu mais uma derrota, desta vez para o Santo André Intelli. E você amigo leitor se recorda da última vitória de Marreco e Marechal na liga? Eu também não, já virou TBT e daqueles bem grandes.

Até o Pato Futsal que vem de bons jogos acabou sucumbindo a também um dos melhores do torneio até então, no caso a ACBF. Porém foi um jogo bem aberto, com possibilidade da equipe de Pato Branco ter melhor sorte, mas ficou em um 3 a 2 lá no Rio Grande do Sul.

O Foz Cataratas foi o outro que assim como na semana passada não viu a cor da bola, mas agora foi em casa, goleada do Joinville que segue na cola do Magnus ali na parte de cima. Já o time da fronteira vai despencando, sorte a dele é que os primeiros fora da zona de classificação são Marreco e Marechal, isso conforta um pouco.

Deixei por último o único vencedor paranaense da rodada, o Cascavel Futsal que segue em casa vencendo seus adversários e com um público forte. A Neva segue sendo seu trunfo e foi daquele jeito, dessa vez contra o Tubarão, faz um e resolve fechar o caixão nos instantes finais. Aliás com dois golaços e mais uma atuação magistral de Carlão, que temporada absurda do atual artilheiro da LNF.

Vou fazer uma de advogado do diabo e defender algumas equipes, a maioria delas encarou adversários complicados e claramente a diferença técnica se fez presente. Foram nada mais nada menos que os três primeiros da competição, tem uma carga forte e pesada mas levanta uma pontinha de preocupação como um estado tão forte no Futsal. Com tantos participantes tem apenas 1 entre os 10 melhores e os outros 6 ali se digladiando e todos no limbo.

O nível subiu? Calendário é cruel? São perguntas que devemos responder e analisar a que pé estamos nessa loucura toda.

Sou Carlos Alberto e qualquer dia, qualquer hora nos encontramos novamente!

Carlos Alberto
Contador de histórias e ala-pivô de uma boyband esportiva.

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